Como ter confiança depois de tantas desilusões amorosas?

Olá pessoal, hoje vamos falar sobre um assunto que mexe com muitas de nós, as desilusões amorosas, quem nunca?

Calma, há sempre uma luz no fim do túnel, basta acreditar e validar cada vez mais o amor próprio, pois, quem não é feliz consigo mesmo, jamais será com o outro.

Homens e mulheres descobrem o amor de uma maneira aberta, leve, entregue e com muita esperança.

Entendem que se derem tudo de si o amor durará para sempre. Ainda que nem pensem o que quer dizer o “Para Sempre”.

A paixão vira o grande motor para grandes delírios psicológicos. Fazem de tudo pela pessoa amada a fim de serem amadas na mesma medida. A ideia de reciprocidade contamina cada atitude da pessoa apaixonada, ela acredita que basta amar para ser amada.

For a isso a pessoa apaixonada acredita que ficará segura por quanto tempo for necessário e que nada vai abalar suas emoções.

No entanto, as coisas mudam e aquela garantia de que tudo correrá bem vai sendo minada. Eis que vem a primeira desilusão amorosa, não era para sempre. Dias, semanas ou meses de amargor cedem lugar a um novo amor.

O ciclo recomeça interminavelmente.

Até que um dia algo estranho acontece e uma quebra acontece. Todo aquele ímpeto devotado na esperança se transforma em desencanto absoluto.

A fé no amor vira fé na descrença. A pessoa desenvolve um certo cinismo quanto a declarações e vê mentira em qualquer palavra mal posta.

Desconfiança absoluta é o ingrediente principal do relacionamento com esse tipo de pessoa.

Qual seria a possibilidade de iniciar um novo relacionamento sem essas amarras do passado?

O erro fundamental é você acreditar que já saber algo sobre relacionamentos amorosos.

Cada relacionamento e pessoa são únicos. Colocar todas as pessoas no mesmo balaio é uma limitante. O discurso pronto de que todo homem ou mulher é igual é uma grande defesa.

Pode ser que você já esteja desinteressada de realmente se envolver com alguém de verdade e passar pela peregrinação de um relacionamento de longa duração. O mais fácil nessa hora é simplesmente alegar que “os homens não prestam!”

Alegar medo de se machucar é o mesmo que não tomar mais água por ter engasgado na vida. Quando a pessoa afirma isso ela parte do pressuposto que foi vítima de uma circunstância nociva de alguém. Nesse momento tira sua responsabilidade do desacordo no relacionamento que originou o machucado. Muito ingênuo pensar que um relacionamento é feito com uma pessoa só…

Deduzir fatos errados pode levar você a induzir comportamentos de recusa e recuo.

O amor é um caminho sem volta, uma vez tocado por ele você não permanece o mesmo. Evitá-lo tão pouco diminui essa mutação. Lembre-se que se ficar fechada para novos relacionamentos irá bloquear o fluxo de vida que corre em seu corpo. O mesmo canal que evita a dor é aquele que poderia se alegrar. Anestesiar sentimentos engloba todos os sentimentos. Quem perde é você.

Agora, como amar de coração aberto?

Oferecendo amor e tirando desse oferecimento a melhor das experiência de sua vida. No amor o mais bonito é o ar que entra mais fácil no peito, o coração acelerado, os olhos que se iluminam e a boca que se desmancha na outra. Se isso irá durar um dia ou uma década pouco importa. Você só terá medo do amor se ainda tiver a ilusão de que o amor é algo que se recebe e não algo que se dá.

Ame como se nunca tivesse sido ferida antes.

Portanto amores, há sempre tempo e hora para amar novamente!

Aproveite a vida e dedique-se primeiramente à você e depois a um amor que talvez valha a pena ou não, mas você nunca saberá se não tentar!

Grande bjo e até mais!

Carol.

Fonte:Frederico Mattos.

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